oooi boa noitee *_*
oontem agente fez o quadro de ambiência... Noooossa ficou muito lindo ... imprimimos fotos, recortamos carinhas do mickey fico bem lindo*_*
Fizemos tambén nosso PRIMEIRO croqui .... aaa o look ficou lindoo...
decidimos o local das fotos, as modelos, etc
depois postaremos... bejôoos Mickey's
quinta-feira, 29 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Bloc 28 by Disney
O Bloc 28 foi um evento realizado pela Disney, com o objetivo de transformar o maior símbolo em algo mais urbano, reuniu artistas de rua como por exemplo: Slick, Steve J. Daily e Mear One (na Série 1), Ework, Aroe e Chaz (na Série 2).
No entanto apesar de serem grafiteiros o evento não apresentou apenas grafites, apresentou diversos objetos inspirados nos mesmos, desde brincos e roupas até guitarras.
No entanto apesar de serem grafiteiros o evento não apresentou apenas grafites, apresentou diversos objetos inspirados nos mesmos, desde brincos e roupas até guitarras.
Steven J. Daily-Call It Art
Tenga One
Ework
Mear One- Mickey da Vinci
Objetos
O Clube do Mickey
"Seja clube como todos nós/ Ele é meu, ele é seu/ É do Mickey Mouse".
Qualquer pessoa com idade acima de 30 anos, se lembra do tema de abertura do Clube do Mickey, um programa divertido e cheio de atrações para crianças de todas as idades.
Era apresentado por um grupo de adolescentes sorridentes, conhecidos por "Mini-Sócios" (Mouseketeers no original), que contavam histórias e curiosidades gerais, apresentadas conforme o dia da semana. Era uma verdadeira aula para as crianças. Como exemplo, podemos citar alguns temas abordados: matemática, foguetes e linguagem por sinais. Eram exibidos desenhos animados do Pateta, Pato Donald, Mickey, seqüências de desenhos clássicos de longa-metragem, como "Peter Pan", "Cinderela", "101 Dálmatas", "A Espada Era a Lei", "Dumbo", "Pinóquio", "Aristogatas", "Mogli", entre outros.
Na verdade, o programa era uma nova versão do mesmo show apresentado nos Estados Unidos nos anos 50, que não foi exibido no Brasil e só ficamos conhecendo o que para eles foi "O Novo Clube do Mickey".
A Disney dos anos 50
Nos anos 50, o ratinho Mickey, passou a enfrentar vários problemas. O primeiro foi a morte de seu principal animador, Fred Moore, em 1952. Mais adiante, os estúdios Disney chegaram à conclusão de que era melhor investir em longas-metragem ao invés de desenhos de curta-duração como os de Mickey. Mesmo assim, alguns curtas de Mickey e sua turma ainda foram produzidos.
Com a popularidade da televisão, a indústria começou a produzir desenhos animados muito mais baratos para a TV, o que desmotivou os estúdios a produzirem curtas para cinema. Além disso, Mickey era um personagem tão "amigável", que ficou difícil criar novas idéias para seus curtas-animados. Ele estava ficando entediante aos olhos do público, e como se pode notar, muitos dos curtas de Mickey dos anos 50, têm a participação de Pluto.
Mickey acabou ganhando uma nova reforma visual. Ganhou um novo guarda-roupa (mais moderno) para viver suas novas aventuras. Esse novo visual foi utilizado nas décadas de 50, 60 e 80.
O último curta-animado de Mickey, "The Simple Things", foi dirigido por Charles Nichols e lançado em 18 de abril de 1953. Apesar do estúdio ter parado com a produção de curtas, Mickey ganhou um novo lar no show de televisão O Clube do Mickey. Foi um sucesso de audiência e de vendas (os famosos chapéuzinhos de Mickey viraram sensação). Ver o Clube se tornou a única maneira de ver Mickey em novas animações. Eram nas curtas vinhetas produzidas pelo estúdio para o programa, feitas de forma barateada.
O primeiro Clube do Mickey
O Mickey Mouse Club foi um marcante programa infantil da TV americana nos anos 50. Levado ao ar pela Rede ABC, o show diário estreou em 1955 e estendeu-se até 1959, apresentando uma variedade de entretenimento: dança, canto, astros de cinema e televisão, desenhos clássicos Disney, séries e um grupo de talentosas crianças que se tornaram uma sensação. Eram os "Mouseketeers", liderados pelo ator adulto Jimmy Dodd. Sua marca registrada era o chapéu de orelhas de Mickey, almejado por todas as crianças, como já dito. O destaque dos "Mouseketeers" era a jovem Annette Funicello, que ainda teria sua própria série dentro do programa. As séries apresentadas eram The Hardy Boys e Spin and Marty, onde o jovem "Mouseketter" Tim Considine estrelou ambas e se tornou o "Mouseketeer Honorário" do grupo de crianças.
Não foi exibido no Brasil. O primeiro programa da Disney exibido por aqui foi Disneylândia.
As mesmas letras, mas uma batida diferente. Já na abertura estava claro que não era o Clube do Mickey original. Lançado em janeiro de 1977 numa grande campanha publicitária da Disney, o Novo Clube do Mickey, ao ritmo disco era atualizado e próprio para as crianças dos anos 70.
Os antigos "Mouseketeers" haviam crescido, deixando espaço para os novos: Pop, Scott, Nita, Mindy, Angel, Alison, Shawntee, Kelly, Julie, Todd, Lisa e Curtis. Os chapéus de orelhas eram os mesmos, mas agora os "Mouseketeers" estavam uniformizados.
No Brasil, como já dito, os "Mouseketeers" ficaram conhecidos por "Mini-Sócios". A escolha das crianças foi feita em nove cidades e em nove dias (15 crianças por hora eram testadas em oito horas diárias de trabalho). Os 12 "Mini-Sócios" escolhidos: sete meninas e cinco meninos com idades entre 8 e 14 anos. As crianças tiveram aulas de canto, dança, interpretação e matérias escolares regulares.
Mas havia uma grande diferença entre o Clube do Mickey dos anos 50 e dos 70: a mistura étnica dos "Mini-Sócios". Foram escolhidos dois negros (Pop e Shawnte), um descendente oriental (Curtis), um descendente mexicano (Angel), uma menina de descendência cherokee (Lisa), uma de descendência polonesa (Julie) e uma judia (Mindy).
As novas crianças ofereciam uma "bagagem" cultural mais ampla do que os "Mouseketeers" originais, mas não eram diferentes de seus antecessores, em termos de talento, entusiasmo e alegria.
O programa diário oferecia um novo tema para cada dia da semana. Assim, as segundas era o "Dia do Quem, qual, quando como, onde, por quê?" (um dia de pesquisas sobre variados temas). Na terça, o "Dia de Vamos Lá", com viagens pelo mundo. Na quarta, o "Dia da Surpresa", que trazia o tema musical "Surpresa, surpresa, hoje é o dia da surpresa/tudo de repente... pode acontecer!". Na quinta, era o "Dia da Descoberta" e na sexta o " Dia do Show".
Como no Clube do Mickey original, o novo programa incluía uma variedade de mini-segmentos. Desde "shorts" clássicos da Disney, até aventuras em série, tudo baseado no tema do dia.
Foram produzidos 130 episódios em duas temporadas. O sucesso foi muito grande. Em áreas onde o programa chegasse, haviam shows e venda de discos e revistas em quadrinhos. Infelizmente, os custos de produção estavam altos, e a Disney (interessada em lançar seu Disney Channel) resolveu cancelar uma terceira temporada.
Novo
Entre 1989 e 1994, o Disney Channel lançou o The All-New Mickey Mouse Club, de onde saíram alguns "Mouseketeers" que seriam futuros superstars como Britney Spears, Christina Aguilera, Keri Russell, JC Chasez e Justin Timberlake, do grupo N-Sync. Apesar da ausência dos chapéus com orelhas, esse novo show foi um sucesso na TV americana, criando uma nova geração de fãs.
No Brasil
A versão anos 50 do Clube do Mickey não foi exibida no Brasil, mas a versão anos 70 fez muito sucesso por aqui. Estreou dia 11 de setembro de 1978 na TV Tupi, fechando o Clube do Capitão Aza entre 17 e 18h. Antes da estréia, a Tupi teve um cuidado especial com a dublagem, que foi da BKS. Teve que ser refeita várias vezes até ser aprovada pela direção da emissora, que tinha como base a dublagem do Muppet Show. Com a falência da TV Tupi, o "Clube" ficou fora do ar por alguns anos, até voltar pela TVS (SBT) em 1985.
Qualquer pessoa com idade acima de 30 anos, se lembra do tema de abertura do Clube do Mickey, um programa divertido e cheio de atrações para crianças de todas as idades.
Era apresentado por um grupo de adolescentes sorridentes, conhecidos por "Mini-Sócios" (Mouseketeers no original), que contavam histórias e curiosidades gerais, apresentadas conforme o dia da semana. Era uma verdadeira aula para as crianças. Como exemplo, podemos citar alguns temas abordados: matemática, foguetes e linguagem por sinais. Eram exibidos desenhos animados do Pateta, Pato Donald, Mickey, seqüências de desenhos clássicos de longa-metragem, como "Peter Pan", "Cinderela", "101 Dálmatas", "A Espada Era a Lei", "Dumbo", "Pinóquio", "Aristogatas", "Mogli", entre outros.
Na verdade, o programa era uma nova versão do mesmo show apresentado nos Estados Unidos nos anos 50, que não foi exibido no Brasil e só ficamos conhecendo o que para eles foi "O Novo Clube do Mickey".
A Disney dos anos 50
Nos anos 50, o ratinho Mickey, passou a enfrentar vários problemas. O primeiro foi a morte de seu principal animador, Fred Moore, em 1952. Mais adiante, os estúdios Disney chegaram à conclusão de que era melhor investir em longas-metragem ao invés de desenhos de curta-duração como os de Mickey. Mesmo assim, alguns curtas de Mickey e sua turma ainda foram produzidos.
Com a popularidade da televisão, a indústria começou a produzir desenhos animados muito mais baratos para a TV, o que desmotivou os estúdios a produzirem curtas para cinema. Além disso, Mickey era um personagem tão "amigável", que ficou difícil criar novas idéias para seus curtas-animados. Ele estava ficando entediante aos olhos do público, e como se pode notar, muitos dos curtas de Mickey dos anos 50, têm a participação de Pluto.
Mickey acabou ganhando uma nova reforma visual. Ganhou um novo guarda-roupa (mais moderno) para viver suas novas aventuras. Esse novo visual foi utilizado nas décadas de 50, 60 e 80.
O último curta-animado de Mickey, "The Simple Things", foi dirigido por Charles Nichols e lançado em 18 de abril de 1953. Apesar do estúdio ter parado com a produção de curtas, Mickey ganhou um novo lar no show de televisão O Clube do Mickey. Foi um sucesso de audiência e de vendas (os famosos chapéuzinhos de Mickey viraram sensação). Ver o Clube se tornou a única maneira de ver Mickey em novas animações. Eram nas curtas vinhetas produzidas pelo estúdio para o programa, feitas de forma barateada.
O primeiro Clube do Mickey
O Mickey Mouse Club foi um marcante programa infantil da TV americana nos anos 50. Levado ao ar pela Rede ABC, o show diário estreou em 1955 e estendeu-se até 1959, apresentando uma variedade de entretenimento: dança, canto, astros de cinema e televisão, desenhos clássicos Disney, séries e um grupo de talentosas crianças que se tornaram uma sensação. Eram os "Mouseketeers", liderados pelo ator adulto Jimmy Dodd. Sua marca registrada era o chapéu de orelhas de Mickey, almejado por todas as crianças, como já dito. O destaque dos "Mouseketeers" era a jovem Annette Funicello, que ainda teria sua própria série dentro do programa. As séries apresentadas eram The Hardy Boys e Spin and Marty, onde o jovem "Mouseketter" Tim Considine estrelou ambas e se tornou o "Mouseketeer Honorário" do grupo de crianças. O Novo Clube do Mickey
As mesmas letras, mas uma batida diferente. Já na abertura estava claro que não era o Clube do Mickey original. Lançado em janeiro de 1977 numa grande campanha publicitária da Disney, o Novo Clube do Mickey, ao ritmo disco era atualizado e próprio para as crianças dos anos 70.
Os antigos "Mouseketeers" haviam crescido, deixando espaço para os novos: Pop, Scott, Nita, Mindy, Angel, Alison, Shawntee, Kelly, Julie, Todd, Lisa e Curtis. Os chapéus de orelhas eram os mesmos, mas agora os "Mouseketeers" estavam uniformizados.
No Brasil, como já dito, os "Mouseketeers" ficaram conhecidos por "Mini-Sócios". A escolha das crianças foi feita em nove cidades e em nove dias (15 crianças por hora eram testadas em oito horas diárias de trabalho). Os 12 "Mini-Sócios" escolhidos: sete meninas e cinco meninos com idades entre 8 e 14 anos. As crianças tiveram aulas de canto, dança, interpretação e matérias escolares regulares.
Mas havia uma grande diferença entre o Clube do Mickey dos anos 50 e dos 70: a mistura étnica dos "Mini-Sócios". Foram escolhidos dois negros (Pop e Shawnte), um descendente oriental (Curtis), um descendente mexicano (Angel), uma menina de descendência cherokee (Lisa), uma de descendência polonesa (Julie) e uma judia (Mindy).
As novas crianças ofereciam uma "bagagem" cultural mais ampla do que os "Mouseketeers" originais, mas não eram diferentes de seus antecessores, em termos de talento, entusiasmo e alegria.
O programa diário oferecia um novo tema para cada dia da semana. Assim, as segundas era o "Dia do Quem, qual, quando como, onde, por quê?" (um dia de pesquisas sobre variados temas). Na terça, o "Dia de Vamos Lá", com viagens pelo mundo. Na quarta, o "Dia da Surpresa", que trazia o tema musical "Surpresa, surpresa, hoje é o dia da surpresa/tudo de repente... pode acontecer!". Na quinta, era o "Dia da Descoberta" e na sexta o " Dia do Show".
Como no Clube do Mickey original, o novo programa incluía uma variedade de mini-segmentos. Desde "shorts" clássicos da Disney, até aventuras em série, tudo baseado no tema do dia.
Foram produzidos 130 episódios em duas temporadas. O sucesso foi muito grande. Em áreas onde o programa chegasse, haviam shows e venda de discos e revistas em quadrinhos. Infelizmente, os custos de produção estavam altos, e a Disney (interessada em lançar seu Disney Channel) resolveu cancelar uma terceira temporada.
Novo
Entre 1989 e 1994, o Disney Channel lançou o The All-New Mickey Mouse Club, de onde saíram alguns "Mouseketeers" que seriam futuros superstars como Britney Spears, Christina Aguilera, Keri Russell, JC Chasez e Justin Timberlake, do grupo N-Sync. Apesar da ausência dos chapéus com orelhas, esse novo show foi um sucesso na TV americana, criando uma nova geração de fãs.
No Brasil
A versão anos 50 do Clube do Mickey não foi exibida no Brasil, mas a versão anos 70 fez muito sucesso por aqui. Estreou dia 11 de setembro de 1978 na TV Tupi, fechando o Clube do Capitão Aza entre 17 e 18h. Antes da estréia, a Tupi teve um cuidado especial com a dublagem, que foi da BKS. Teve que ser refeita várias vezes até ser aprovada pela direção da emissora, que tinha como base a dublagem do Muppet Show. Com a falência da TV Tupi, o "Clube" ficou fora do ar por alguns anos, até voltar pela TVS (SBT) em 1985. A extrema competência da BKS (antiga AIC-SP), fez com que as traduções das canções do programa ficassem gravadas em nossas mentes até hoje. Não foram traduzidas ao pé da letra, e sim adaptadas a nossa língua.
Mouseketeers
segunda-feira, 19 de abril de 2010
*--* entãoo oii... booa noiite '
como hojee acaboou a luz da etec... eu (Nathy) e a Pri fomos no Sebo perto da escola, pra pesquisar algumas coisas sobre o nosso tema; a foi bem legal, porque vimos Gibis bem antigos e bem concervados de mais ou menos dos anos 70'
Ficamos lá por uma meia hora, lemos alguns gibis e decidimos levar algums (em outra hora ) pra conheçer um pouco mais do jeito de ser do Mickey M., do melhor amigo dele Pateta e da namorada *-* Minnie.
outra coisa tambén... já decidimos o local onde tiraremos as fotos pro ensaio que será: Na Cidade da Criança (sbc) *---* ...
depois postaremos maais ....
(Y)
como hojee acaboou a luz da etec... eu (Nathy) e a Pri fomos no Sebo perto da escola, pra pesquisar algumas coisas sobre o nosso tema; a foi bem legal, porque vimos Gibis bem antigos e bem concervados de mais ou menos dos anos 70'
Ficamos lá por uma meia hora, lemos alguns gibis e decidimos levar algums (em outra hora ) pra conheçer um pouco mais do jeito de ser do Mickey M., do melhor amigo dele Pateta e da namorada *-* Minnie.
outra coisa tambén... já decidimos o local onde tiraremos as fotos pro ensaio que será: Na Cidade da Criança (sbc) *---* ...
depois postaremos maais ....
(Y)
domingo, 18 de abril de 2010
Mickey estilistaa !!!
(1)
A revista "Elle" espanhola fez um editorial inspirado em grandes estilistas e em personagens da Disney, cada personagem representava um estilista, quem fez as ilustrações foi o ilustrador "Ulrich Schröder"
Quem quiser ver mais imagens so ir no site http://msn.lilianpacce.com.br/home/disney-editorial-elle-espanha/
;***
A revista "Elle" espanhola fez um editorial inspirado em grandes estilistas e em personagens da Disney, cada personagem representava um estilista, quem fez as ilustrações foi o ilustrador "Ulrich Schröder"
Quem quiser ver mais imagens so ir no site http://msn.lilianpacce.com.br/home/disney-editorial-elle-espanha/
;***
quarta-feira, 14 de abril de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=J6uzf_z_OXg
Primeiro Filme de Mickey Mouse com Fala *---*
Os dois primeiros filmes de Mickey Mouse foram mudos. Depois que a metade do terceiro filme já estava praticamente concluída, Disney e sua equipe fizeram um pequeno teste. As mulheres e amigos dos desenhistas foram convidados a assistir ao novo filme Steamboat Willie.
Na sala ao lado, estavam alguns membros da equipe de Disney, que produziam ao vivo o som sincronizado para o filme. Em uma partitura, estava marcada não só a música, como também os efeitos sonoros necessários. Wilfried Jackson tocava gaita, enquanto outros músicos utilizavam frigideiras como percussão, assobiavam e tocavam flautas.
Walt Disney descreveu mais tarde a sessão: "A reação do nosso pequeno público foi única. As pessoas ficaram como que eletrizadas, instintivamente tocadas pela unidade entre imagem e som. O som era terrível, mas foi maravilhoso! Era algo novo!"
Primeiro Filme de Mickey Mouse com Fala *---*
Os dois primeiros filmes de Mickey Mouse foram mudos. Depois que a metade do terceiro filme já estava praticamente concluída, Disney e sua equipe fizeram um pequeno teste. As mulheres e amigos dos desenhistas foram convidados a assistir ao novo filme Steamboat Willie.
Na sala ao lado, estavam alguns membros da equipe de Disney, que produziam ao vivo o som sincronizado para o filme. Em uma partitura, estava marcada não só a música, como também os efeitos sonoros necessários. Wilfried Jackson tocava gaita, enquanto outros músicos utilizavam frigideiras como percussão, assobiavam e tocavam flautas.
Walt Disney descreveu mais tarde a sessão: "A reação do nosso pequeno público foi única. As pessoas ficaram como que eletrizadas, instintivamente tocadas pela unidade entre imagem e som. O som era terrível, mas foi maravilhoso! Era algo novo!"
1928: Mickey Mouse aprendia a falar
Enquanto os demais cineastas discutiam a necessidade de sonorizar seus filmes, Walt Disney não perdeu tempo em dar voz ao Mickey. O terceiro filme do camundongo chegou às telas em 18 de novembro de 1928.
"Ele tem uma calça vermelha com botões amarelos. É preto e tem o rosto branco. Corre pra lá e pra cá e vive fazendo travessuras." Desde 1928, Mickey Mouse também sabe falar, o que para os padrões da época era uma inovação absoluta.
No início daquele ano, chegara às telas o filme Os cantores de jazz (The Jazzsinger) e com ele, pela primeira vez, o cinema falado. Muitos produtores de Hollywood discutiam sobre as vantagens dos filmes sonoros. Walt Disney manteve-se afastado do debate, por ver na nova técnica uma possibilidade única: o desenho animado com som.
Os dois primeiros filmes de Mickey Mouse foram mudos. Depois que a metade do terceiro filme já estava praticamente concluída, Disney e sua equipe fizeram um pequeno teste. As mulheres e amigos dos desenhistas foram convidados a assistir ao novo filme Steamboat Willie.
Na sala ao lado, estavam alguns membros da equipe de Disney, que produziam ao vivo o som sincronizado para o filme. Em uma partitura, estava marcada não só a música, como também os efeitos sonoros necessários. Wilfried Jackson tocava gaita, enquanto outros músicos utilizavam frigideiras como percussão, assobiavam e tocavam flautas.
Walt Disney descreveu mais tarde a sessão: "A reação do nosso pequeno público foi única. As pessoas ficaram como que eletrizadas, instintivamente tocadas pela unidade entre imagem e som. O som era terrível, mas foi maravilhoso! Era algo novo!"
Ilusão e magia
Mais tarde, a reação do público foi a mesma que a dos presentes na sessão experimental. Steamboat Willie tornou-se um grande sucesso. As personagens dos desenhos animados podiam falar, cantar e tocar instrumentos. Essa ilusão foi tida como algo mágico.
O Motion Picture Daily, de Nova York, elevou Mickey Mouse à posição de modelo exemplar: "Quando um filme se encontra no padrão de um desenho de Mickey Mouse, ele dispensa comentários". Nos dois anos seguintes, o camundongo tornou-se a estrela das produções dos estúdios Disney. No início dos anos 30, foram finalizados 20 filmes do Mickey por ano.
Em 1940, o ratinho atuou como protagonista do curta O aprendiz de feiticeiro, baseado na música de Paul Dukas. A idéia fez parte de um grande projeto, que levava o nome de Fantasia. Walt Disney pretendia ilustrar trechos de música clássica. Dentro do projeto, havia ainda desenhos com música de Beethoven e Stravinski. Para concretizar suas idéias, Disney trabalhou em cooperação com o dirigente Leopold Stokowski.
*---*
Enquanto os demais cineastas discutiam a necessidade de sonorizar seus filmes, Walt Disney não perdeu tempo em dar voz ao Mickey. O terceiro filme do camundongo chegou às telas em 18 de novembro de 1928.
"Ele tem uma calça vermelha com botões amarelos. É preto e tem o rosto branco. Corre pra lá e pra cá e vive fazendo travessuras." Desde 1928, Mickey Mouse também sabe falar, o que para os padrões da época era uma inovação absoluta.
No início daquele ano, chegara às telas o filme Os cantores de jazz (The Jazzsinger) e com ele, pela primeira vez, o cinema falado. Muitos produtores de Hollywood discutiam sobre as vantagens dos filmes sonoros. Walt Disney manteve-se afastado do debate, por ver na nova técnica uma possibilidade única: o desenho animado com som.
Os dois primeiros filmes de Mickey Mouse foram mudos. Depois que a metade do terceiro filme já estava praticamente concluída, Disney e sua equipe fizeram um pequeno teste. As mulheres e amigos dos desenhistas foram convidados a assistir ao novo filme Steamboat Willie.
Na sala ao lado, estavam alguns membros da equipe de Disney, que produziam ao vivo o som sincronizado para o filme. Em uma partitura, estava marcada não só a música, como também os efeitos sonoros necessários. Wilfried Jackson tocava gaita, enquanto outros músicos utilizavam frigideiras como percussão, assobiavam e tocavam flautas.
Walt Disney descreveu mais tarde a sessão: "A reação do nosso pequeno público foi única. As pessoas ficaram como que eletrizadas, instintivamente tocadas pela unidade entre imagem e som. O som era terrível, mas foi maravilhoso! Era algo novo!"
Ilusão e magia
Mais tarde, a reação do público foi a mesma que a dos presentes na sessão experimental. Steamboat Willie tornou-se um grande sucesso. As personagens dos desenhos animados podiam falar, cantar e tocar instrumentos. Essa ilusão foi tida como algo mágico.
O Motion Picture Daily, de Nova York, elevou Mickey Mouse à posição de modelo exemplar: "Quando um filme se encontra no padrão de um desenho de Mickey Mouse, ele dispensa comentários". Nos dois anos seguintes, o camundongo tornou-se a estrela das produções dos estúdios Disney. No início dos anos 30, foram finalizados 20 filmes do Mickey por ano.
Em 1940, o ratinho atuou como protagonista do curta O aprendiz de feiticeiro, baseado na música de Paul Dukas. A idéia fez parte de um grande projeto, que levava o nome de Fantasia. Walt Disney pretendia ilustrar trechos de música clássica. Dentro do projeto, havia ainda desenhos com música de Beethoven e Stravinski. Para concretizar suas idéias, Disney trabalhou em cooperação com o dirigente Leopold Stokowski.
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Escolha do Temaaa.!
Boooom'. a primeira coisa foi a mais dificiiiil, tinhamos alguns temas em mente, e outros que tinhamos muitaa vontade de falar sobre mas foomos pesquisando e vendoo que cada vez seria mais dificil se aprofundar nos temas e entaão chegamos ao temo Walt Disney, e entaun tinhamos que escolher um personagem especifico ... quer personagem que melhor representee a Disney do que Mickey Mouse ? ;D simplesmeentee o primeiroo deseenho de suucesso do 'Walt Disney' ^^ mais seraaa mostradoo nos proximoos posts ;DD
ee eh issso. beijos' ;*
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